Viver em Pelotas era completamente diferente. Primeiro, morando sozinho em um apartamento, bem no centro. O clima era subtropical, que alternava de dias completamente ensolarados e limpos a chuvas torrenciais. A temperatura era amena, mesmo com sol não ultrapassava os 25º (isso já era considerado como um ‘inferno’ por lá, HUAUHAH). Amanhecia tarde: por volta de 6:30am era que o dia começava a se mostrar. Frio. A torneira não tinha aquecedor, portanto a água que lavava-se o rosto de manhã era aquela água gelada, ‘booa’ pra acordar mesmo. Neblina. Uma vez saí de casa sussa, e ali embaixo, na rua, vi que realmente a previsão havia se confirmado: 8º. Nesse dia teve até uma geada, fraca mas teve. No caminho, dava para ver que a grama tinha ficado azulada (principalmente a do campo de golf que ficava em Capão do Leão - bem perto do campus
A ida e a volta para a faculdade era sempre uma farra só. É, porque era um ônibus que praticamente só tinha universitários. O ‘azulzinho’ pegava e deixava o pessoal ali no centro, há umas três quadras de onde eu morava. O centro era movimentado, mas não tem shoppings centers, o cinema é bem modesto.. mas o bom é que ali era o ponto de encontro de todo mundo da universidade.
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